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TJPB nega pedido do MP e mantém padre Egídio em recolhimento domiciliar

A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) decidiu, nesta terça-feira (08/04/2025), manter o padre Egídio de Carvalho em regime de recolhimento domiciliar. A decisão unânime da Corte rejeitou o pedido do Ministério Público da Paraíba (MPPB) para que o sacerdote retornasse à prisão preventiva em uma penitenciária de João Pessoa.

O MPPB justificou o pedido argumentando que o estado de saúde de padre Egídio teria apresentado melhoras significativas, o que, em tese, permitiria seu retorno ao sistema prisional.

Ao proferir seu voto, o desembargador Ricardo Vital de Almeida, relator do caso, afirmou que “no momento não há elementos que tragam a tranquilidade para decidir pelo retorno de Egídio ao cárcere”. Ele ressaltou que a decisão atual não é definitiva e que o entendimento sobre a necessidade de prisão preventiva poderá ser revisto tanto pela Primeira quanto pela Segunda instância judicial, caso surjam novos elementos.

O voto do desembargador Ricardo Vital de Almeida foi acompanhado integralmente pelos demais membros da Corte.

HW COMUNICAÇÃO

Fonte: Paraíba Já

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