Tentativa de impedir pavimentação asfáltica de Pombal é algo patético que demonstra pequenez

Arquivo – HW Comunicação
Desde o início da semana o que se viu propagado em diversos sites da Paraíba e em especial da Capital João Pessoa, em relação as obras de pavimentação asfáltica de ruas no centro de Pombal, no Sertão do Estado, foi algo que aparenta ser ‘orquestrado’, além de patético, ridículo, além de uma verdadeira demonstração de pequenez.
Diante de tanta relevância e destaque que se deu ao assunto da pavimentação asfáltica de ruas centrais de Pombal, um fato chamou a atenção.
Há tempos que Pombal não ‘virava’ destaque na mídia paraibana como ocorreu ao longo desta semana. Foram muitos os portais de notícias que repostaram os títulos abaixo.
“Prefeito ignora embargo do Iphaep e TCE suspende pavimentação em Pombal”

Parece ‘piada’, mas, essas foram matérias que repercutiram com destaque em diversos sites da Paraíba, durante toda a semana, na verdade, desde o dia 06 deste mês de setembro.
A pergunta que fica é, será que as pedras de paralelepípedo das ruas de Pombal tem tanta relevância histórica, para merecer tanto destaque e tanta preocupação?
Ou será que existem interesses obscuros?
Sinceramente não sei, mas, duvido muito que as pedras tenham alguma relevância para quem quer que seja, inclusive para o próprio Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (IPHAEP), bem como, para o Tribunal de Contas do Estado da Paraíba.
Vamos voltar um pouco no tempo, há aproximadamente oito anos. Essas mesmas pedras de paralelepípedo hoje tão importantes e relevantes foram ‘arrancadas’ durante as obras do esgotamento sanitário da cidade sem que ‘ninguém’ se importasse.
E o curioso disso tudo é que o IPHAEP, assim como, o TCE não demonstraram nenhuma preocupação. Por que será que agora esses órgãos conseguem enxergar relevância histórica nas pedras de paralelepípedo do centro de Pombal?
Isso, é no mínimo curioso, pra não dizer ESTRANHO.
O que é mais curioso, estranho e que chama a atenção nessa ‘blasfêmia’ ou ‘aberração’, é que recentemente a Casa da Cultura (Cadeia Velha) e a Praça Getúlio Vargas, passaram por reformas sem que ocorresse nenhuma intervenção por parte do IPHAEP, assim como, o TCE.

Casa da Cultura – Arquivo HW Comunicação
A Casa da Cultura, recebeu um novo telhado, dando aspecto de modernidade a edificação antiga.

Casa da Cultura – Arquivo: HW Comunicação
Já a Praça Getúlio Vargas, passou por uma mudança ‘total’.

Praça Getúlio Vargas – Arquivo HW Comunicação
Os tradicionais ‘mosaicos’ foram ‘arrancados’ para dar lugar a modernidade dos ‘tijolinhos’, os canteiros foram reduzidos e a calçada foi alargada, em outras palavras, foi feito uma praça nova, sem que o IPHAEP e o TCE, se preocupasse com a preservação da história.

Não vou atribuir essa ridícula tentativa de impedir a pavimentação asfáltica das ruas de Pombal a quem quer que seja político ou ativista que defenda a preservação do patrimônio histórico.

Porém, se isso partiu de alguém, foi uma verdadeira demonstração de pequenez, demonstração de quem não quer que Pombal se desenvolva, demonstração de quem deseja que Pombal seja um lugar atrasado.
E, sinceramente não quero acreditar que a tentativa de impedir a pavimentação asfáltica seja algo de cunho político, como foi cogitado durante toda a semana, pois seria absurdo tal atitude, além de ‘burrice’ eleitoral.
E, se partiu de algum ativista que ‘defende’ o patrimônio histórico, é estranho e até insano, que a preocupação tenha sido com o calçamento e não com a Praça Getúlio Vargas e Casa da Cultura.
Deixando as cogitações de lado, sinceramente, é curioso a preocupação do IPHAEP e do TCE, com pedras de paralelepípedo quando não se preocuparam com as mudanças da Casa da Cultura e da Praça Getúlio Vargas que ganharam um ar de modernidade em seus ‘visuais’, que já não são os mesmos de outrora.
Será que as pedras de paralelepípedo tem uma relevância histórica maior que as mudanças realizadas na Casa da Cultura e na Praça Getúlio Vargas?
Sinceramente isso é no mínimo CURIOSO.
HW COMUNICAÇÃO
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