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Padre Egídio e alto escalão do Hospital Padre Zé são alvos da operação do Gaeco contra suposta organização criminosa

O padre e ex-diretor do Hospital Padre Zé, Egídio de Carvalho, é um dos alvos dos mandados de busca e apreensão da operação deflagrada na manhã desta quinta-feira (05/10/2023) pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado do Ministério Público do Estado da Paraíba (Gaeco). Além do pároco outras pessoas da administração do hospital também são alvos. 

Entre estas pessoas está a diretora administrativa do hospital, Jannyne Dantas e a tesoureira da unidade hospitalar filantrópica, a Amanda Duarte. Segundo a operação tem como objetivo apurar os fatos que indicam possíveis condutas criminosas ocorridas no âmbito do Instituto São José, do Hospital Padre Zé e da Ação Social Arquidiocesana/ASA. 

As investigações apontam que há indícios de possíveis desvios de recursos públicos destinados a fins específicos, por meio da falsificação de documentos e pagamento de propinas a funcionários vinculados às referidas entidades. De acordo com o jornalista Clilson Júnior, os imóveis relacionados aos alvos da operação estão localizados nos seguintes locais: 

  • Uma granja no Conde, na comunidade Guaxintuba, Litoral Sul da Paraíba;
  • Dois apartamentos no edifício Ilha dos Corais, no Cabo Branco;
  • Dois apartamentos no edifício Saulo Maia, também no Cabo Branco;
  • Um apartamento no edifício Jardim do Atlântico, no Cabo Branco;
  • Um aparamento no residencial Luxor Paulo Miranda, no Cabo Branco;
  • Um apartamento em um edifcío no residencial Ville Jardim, bairro Jardim Cidade Universitária;
  • Um apartamento em um edifício nas proximidades da praça da Paz, nos Bancários;

Além destes alvos, também há um mandado sendo cumprido em São Paulo (SP).

ESCÂNDALO DOS TELEFONES

A existência de uma suposta organização criminosa no Hospital Padre Zé, na Zona Norte de João Pessoa, veio a tona no último mês devido a denúncia do suposto desvio de telefones celulares de luxo, doados pela Receita Federal, a unidade de saúde.

Um ex-funcionário da unidade é suspeito de ter causado um rombo de mais de meio milhão de reais por meio do furto e venda dos aparelhos. 

Os mesmos foram destinados pela Receita Federal ao hospital para auxiliar nas finanças da unidade, o que segundo as investigações não teria sido cumprido. São alvos da investigação Samuel Rodrigues Cunha, o ex-funcionário e a administração do hospital à época, que inclui o
agora ex-diretor, pároco Egídio. 

PADRE FOI AFASTADO DA IGREJA

Devido ao escândalo, o pároco renunciou a direção da unidade hospitalar. A igreja católica, por meio do arcebispo Dom Manoel Delson, proibiu o padre Egídio de Carvalho Neto de realizar qualquer tipo de sacramento na Igreja Católica até o fim das investigações sobre o
escândalo do furto de celulares no Hospital Padre Zé. 

O religioso fica impedido de celebrar casamentos, batizados e cerimônias de crisma, por exemplo. O comunicado da Arquidioce foi feito nesta quarta-feira (27/10/2023).

HW COMUNICAÇÃO

Fonte: Click PB

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