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Diretor de escola é preso suspeito de abusar sexualmente de aluna, na Paraíba

 

ILUSTRAÇÃO

Um diretor de uma instituição de ensino, que também atua como professor na mesma escola, foi preso na manhã desta segunda-feira (04/05/2026), em Queimadas, no Agreste da Paraíba. O homem, de 52 anos, é suspeito de abusar sexualmente de uma aluna de 10 anos nas dependências da escola, localizada no bairro do Ligeiro, na cidade.

De acordo com a Polícia Civil, o investigado já vinha sendo acusado pela vítima de comportamentos inadequados há certo tempo. A Polícia Civil informou ainda que durante o relato da vítima foi dito que o diretor da escola teria abraçado ela por trás, tocado em partes íntimas, e, na semana passada, o suspeito teria beijado a aluna à força.

Após o ocorrido, a criança contou aos responsáveis em casa o que havia acontecido. O caso foi comunicado à direção da escola e, em seguida, a mãe da vítima procurou a polícia para registrar a ocorrência.

A vítima foi levada à delegacia, onde passou por depoimento especial, procedimento previsto em lei para ouvir crianças e adolescentes vítimas de violência.

Com base nas informações coletadas, a polícia instaurou um inquérito policial e solicitou a prisão preventiva do suspeito, que foi autorizada pelo plantão judiciário durante o fim de semana. O mandado foi cumprido no momento em que o professor chegava à escola.

Segundo a Polícia Civil, a prisão foi solicitada com base na garantia da ordem pública, considerando que o investigado exercia função de professor e tinha acesso direto a outras crianças. A medida também visa permitir o avanço das investigações, que buscam identificar se há outras possíveis vítimas.

O suspeito foi ouvido pela polícia e negou todas as acusações, afirmando que não cometeu os atos e que desconhece a motivação das denúncias.

As investigações estão em andamento, com a coleta de novos depoimentos e análise de provas.

A Polícia Civil não divulgou o nome da instituição de ensino para preservar as investigações. Até a última atualização desta reportagem, o Jornal da Paraíba não havia conseguido contato com a escola onde o suspeito atuava como professor e diretor para solicitar posicionamento sobre o caso.

HW COMUNICAÇÃO

Fonte: Jornal da Paraíba

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