No PMDB, a ordem é deixar Cunha isolado para evitar que os ataques do presidente da Câmara tenham efeitos sobre a aliança  da sigla com o Planalto. 
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), cancelou entrevista para fazer um balanço do semestre e manteve-se em silêncio sobre os ataques de Cunha.

“É uma posição dele, não é partidária. É um ato pessoal”, afirmou o senador Eunício Oliveira (CE), líder do PMDB no Senado.

O senador Romero Jucá (PMDB-RR) disse que Cunha reagiu por ser vítima de um “excesso” das investigações, mas tomou uma posição individual.

Líder do governo no Senado, Delcídio Amaral (PT-MS) disse que a decisão de Cunha é pessoal e não deve influenciar nas votações da Câmara. “Quem fala pelo PMDB são as instâncias nacionais, mas o cargo que ocupa exige dele posturas republicanas”, afirmou.

No mesmo sentido, o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), disse que o PMDB exerce um papel fundamental, principalmente agora que faz a coordenação política, conduzida por Temer.

Guimarães afirmou ainda que o governo não tem nenhum tipo de ingerência sobre as investigações. “O governo não tem nada a ver com isso. O governo não se intromete”, disse.

HW COMUNICAÇÃO Com IG

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