O juiz federal Sérgio Moro condenou, nesta terça-feira (26), a cinco anos de prisão, em regime fechado, o ex-diretor da área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró, pelo crime de lavagem de dinheiro.

Segundo denúncia do Ministério Público Federal (MPF), Nestor Cerveró adquiriu um apartamento de luxo no Rio de Janeiro com dinheiro que teria recebido como propina na Petrobras. O valor foi enviado ao exterior por meio de empresas offshores localizadas no Uruguai e na Suíça.

Ainda de acordo com o MPF, apesar de estar registrada em nome de terceiros, a offshore era de propriedade de Cerveró.  O advogado uruguaio Oscar Algorta também era réu neste mesmo processo criminal.

Cerveró foi preso em janeiro ao desembarcar no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro. Desde então, está detido na carceragem da superintendência da Polícia Federal (PF), em Curitiba.

HW COMUNICAÇÃO com Jornal do Brasil

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