Por volta das 14h40min deste domingo (22/02), um homem de 33 anos, atirou com uma espingarda calibre 12, contra sua filha, uma criança de apenas dois anos na cidade de São Bentinho.

O disparo atingiu a barriga da criança que estava deitada em uma rede, o fato aconteceu na Rua Gerônimo José Pereira “Comando Vermelho” como é mais conhecida, no bairro Elias Mendes, na cidade de São Bentinho.
Conforme apurou a reportagem da Rádio Maringá 98 FM, após atirar na criança o homem recarregou a arma e efetuou um disparo contra sua pessoa na tentativa de se suicidar.

Ainda conforme apurou nossa reportagem o acusado Ronaldo Bezerra da Silva, “Ceará”, de 33 anos (foto), tinha um relacionamento com Maria José Feitoza, mãe da criança, Rayane Vitória Feitoza da Silva.
Ceará, era inconformado com o fim do relacionamento e segundo o Sub Tenente Avelino da Polícia Militar de Pombal, numa conversa com Maria José, neste domingo, a mesma, teria terminado o relacionamento e ainda teria dito para Ronaldo que a criança não era sua filha.
Inconformado com a confissão da ex-mulher, Ronaldo veio em casa onde efetuou o disparo contra a criança e logo em seguida disparou a arma contra ele.
“Ele não aceitava o final da relação e ela chegou ao ponto de dizer que a criança não era filha dele, foi quando ele parou a bebedeira que ele estava, foi em casa efetuou um tiro de espingarda 12 contra a criança que estava numa rede e em seguida tirou o cartucho, colocou outro e efetuou um disparo contra se próprio”, disse o Sub Tenente Avelino.
De acordo com a PM, Rayane Vitória, foi socorrida para o Hospital Regional de Pombal (HRP), sendo logo em seguida transferida para um hospital na cidade de Patos, onde não resistiu aos ferimentos e veio a óbito, por volta das 17h30min, deste domingo.

Rayane Vitória havia completado dois anos no ultimo dia 14. Ronaldo recebeu atendimento médico HRP local e também foi transferido para Patos, onde deverá passar por procedimento cirúrgico.
Após alta médica, Ronaldo será conduzido a delegacia de Pombal, onde será atuado pelo Delegado Aroldo Queiroga, Ronaldo não corre risco de morte.
Henio Wanderley – HW COMUNICAÇÃO

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